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terça-feira, 25 de dezembro de 2018

 O Que Homem Nenhum Ousou Sonhar


de Max Lucado
Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Mateus 22.42
Os heróis espelham uma sociedade. Para entender um país é necessário analisar seus heróis. Reverenciamos aqueles que personificar nossos sonhos os contraventores levantam um brinde ao bandido, os escravos admiram o libertador e os membros de unia seita exaltam o líder. O fraco notabiliza o forte, e o oprimido reverencia o corajoso.
O resultado é uma galeria de heróis mundiais em posições tão antagônicas quanto Josef Stalin em relação a Florence Nightingale, Peter Pan em relação a George Patton e Mark Twain em relação a Madre Teresa. Cada um deles é um capítulo do livro chamado povo.
Certo personagem lendário, contudo, reflete mais do que uma simples cultura — ele reflete o globo terrestre. É conhecido no mundo inteiro. Seu rosto é facilmente identificado tanto na Nigéria como em Indiana. Um personagem imortal cuja história foi escrita e contada aos povos de todos os países.
Se for verdade que as lendas espelham uni povo, então esse homem é o espelho do mundo. E podemos aprender muito sobre nós mesmos se analisarmos a vida desse herói.
Alguns chamam-no de Sinterklass. Outros de Pere Noel ou Papai Noel. Também é conhecido como Hoteiosho, Sonnerklaas, Father Christmas, Jelly Belly e, para a maioria dos povos de lingua inglesa, Santa Claus.

Seu nome verdadeiro é Nicolau, que significa vitorioso. Nasceu no ano 280 d.C. num país onde hoje se localiza a Turquia. Perdeu os pais aos nove anos de idade, vítimas de uma epidemia. Embora muitos imaginem que Papai Noel tenha se especializado em fabricar brinquedos e dedicado menor interesse à mercadologia, ele (Nicolau) estudou filosofia grega e doutrina cristã.
No início do quarto século a Igreja Católica outorgou-lhe o honroso título de Bispo de Myra. Permaneceu no cargo até sua morte em 6 de dezembro de 343.
Foi reconhecido pela História como santo, mas no século três se me-teu em algumas encrencas. Foi preso duas vezes, uma pelo imperador Dioclesiano por motivos religiosos e outra por ter agredido fisicamente um colega durante uma discussão calorosa. (Só para descobrir quem é mau e quem é bom.)
Nicolau nunca se casou. Porém isso não quer dizer que não tivesse sido romântico. Era famoso pela benevolência que dedicava a um vizinho pobre sem condições de sustentar as três filhas ou de oferecer o costumeiro dote para que elas conseguissem fisgar um marido. O velho São Nicolau dirigiu-se sorrateiramente até a casa do vizinho durante a noite e despejou um punhado de moedas de ouro pela janela a fim de que a filha mais velha conseguisse um marido. Fez o mesmo para as outras filhas nas duas noites seguintes.
Essa história foi a semente que, regada ao longo dos anos, transformou-se na lenda do Papai Noel. Aparentemente as gerações seguintes fizeram suas próprias adaptações e a história se propagou mais do que a árvore de Natal.
O punhado de moedas aumentou para um saco de moedas. Em vez de despejá-las pela janela, ele as despejava pela chaminé. E ao invés de caírem no chão, os sacos de moedas caíam nas meias que as moças colocavam na lareira para secar. (Foi então que surgiu o costume de colocar os presentes dentro de meias.)
O tempo tem sido generoso para com a imagem e as façanhas de Nicolau. Seus atos receberam maior notoriedade, e seus trajes e personalidade passaram por transformações.
Como Bispo de Myra ele usava trajes sacerdotais e mitra. Diziam que era magro, tinha barba escura e personalidade circunspecta.
Por volta de 1300, alguém pintou sua figura com barba branca. Por volta de 1800 acrescentaram uma barriga proeminente e uma cesta de alimentos no braço. Depois vieram as botas pretas, traje vermelho e um vistoso gorro de meia na cabeça. No final do século 19 transformaram a cesta de alimentos em saco de brinquedos. Em 1866 ele era franzino como um gnomo mas por volta de 1930 passou a ser alto e robusto, com bochechas rosadas e uma Coca-Cola na mão.
Papai Noel reflete os sonhos dos povos do mundo inteiro. Ao longo dos séculos tornou-se a combinação ideal de tudo aquilo que almejamos:
Um amigo leal que faz uma longa viagem enfrentando toda a sorte de adversidades para levar presentes às pessoas bondosas.
Um sábio que, apesar de estar ciente de todos os atos, descobriu uma maneira de recompensar os bons e ignorar os maus.

Um amigo das crianças que nunca adoece nem envelhece.
Um pai que nos deixa sentar em seu colo e ouve nossos maiores desejos.
Papai Noel. O protótipo perfeito do herói que temos em mente. A personificação de nossos sentimentos. A expressão de nossos anseios. A realização de nossos desejos.
E... a frustração de nossas mais humildes expectativas.
Como assim? Você me pergunta. Deixe-me explicar.
Veja, Papai Noel não consegue suprir todas as nossas necessidades. Ele aparece apenas uma vez por ano. Quando os ventos de janeiro gelam nossa alma, ele já se foi. Quando as compras de dezembro transformam-se em pagamentos em fevereiro, ele não se encontra mais nas lojas. Quando chega o momento de pagar os impostos em abril ou das provas escolares de maio, ainda falta muito tempo para sua próxima visita. E se adoecermos em julho ou nos sentirmos sozinhos em outubro, não podemos recorrer a ele em busca de conforto — sua cadeira está vazia. Ele só aparece uma vez por ano.
E quando chega, embora traga muita coisa, não leva muita coisa embora. Não leva embora o mistério da morte, o fardo dos erros, a ansiedade das responsabilidades. Ele é bondoso, rápido e gracioso; mas quando se tratar de feridas emocionais — não recorra a Papai Noel.
Veja bem, não quero dizer que ele seja um sujeito desumano. Não estou querendo fazer duras críticas a esse velhinho risonho. Estou apenas dizendo que somos medrosos quando se trata de criar heróis.
Você acha que poderíamos ter feito melhor. Acredita que ao longo de seis séculos poderíamos ter criado um herói que pudesse resolver nossos problemas.
Mas não podemos. Criamos inúmeros heróis: do rei Arthur a Kennedy; de Lincoln a Lindbergh; de Sócrates a Papai Noel e ao Superman. Esforçamo-nos ao máximo, damos-lhes todo o crédito possível, força sobrenatural e, por um breve momento de glória, temos o nosso tão sonhado herói — o rei que pode resgatar Camelot. Mas de repente a verdade aparece e a realidade emerge em meio à ficção, deixando exposto o interior da armadura. Percebemos, então, que os heróis, por mais maravilhosos que tenham sido, por mais valentes que tenham sido, foram produzi-dos em uma sociedade deturpada, a mesma em que você e eu vivemos.
Exceto um. Houve um que disse ter vindo de um lugar diferente. Houve um que, embora tendo a aparência humana, disse ter vindo de Deus. Houve um que, apesar de ter as feições de um judeu, estampava a imagem do Criador.
Aqueles que o viram — que o conheceram pessoalmente — sabiam que havia algo diferente nele. A um toque de sua mão, os cegos enxergavam. A um comando seu, os paralíticos andavam. A um abraço seu, as vidas vazias enchiam-se de sonhos.
Ele saciou a fome de milhares de pessoas com um cesto de alimentos. Acalmou a tempestade com uma ordem. Ressuscitou os mortos com uma palavra. Transformou vidas com um pedido. Mudou o rumo da história do mundo, morou em um país, nasceu em uma manjedoura e morreu no alto de uma colina.
Durante sua última semana de vida, ele resumiu suas afirmações em uma pergunta. Ao falar de si mesmo, perguntou a seus discípulos: "Que pensais vós do Cristo? de quem é filho?"' (Mateus 22:42)
Pergunta perspicaz. Pergunta muito bem colocada. O "que" é respondido pelo "quem". "Que pensais vós do Cristo" está implícito em "de quem é filho". Observe que Jesus não perguntou: "Que pensais vós do Cristo e de seus ensinamentos?" nem "Que pensais vós do Cristo e de suas opiniões sobre questões sociais?" nem "Que pensais vós do Cristo e de seu dom de liderar o povo?"
Após três anos de ministério, centenas de quilômetros percorridos, milhares de milagres, inúmeros ensinamentos, Jesus pergunta: "Quem?" Jesus convida o povo a refletir, não sobre o que ele fez mas sobre quem ele é.
Esta é a pergunta fundamental de Cristo: De quem ele é filho?
E o filho de Deus ou a totalização de nossos sonhos? É a força da criação ou o resultado de nossa imaginação?
Quando fazemos essa pergunta em relação a Papai Noel, diríamos que ele é o ponto alto de nossos desejos. Uma representação pictórica de nossos mais belos sonhos.

A mesma resposta não se aplica a Jesus. Porque ninguém poderia sequer sonhar com a existência de alguém tão incrível quanto ele. A idéia de que uma virgem seria escolhida por Deus para trazê-lo ao mundo... A noção de que Deus o dotaria de cabelos, dedos e dois olhos... O pensa-mento de que o Rei do universo seria capaz de espirrar, e ser picado por mosquitos... É incrível demais. Revolucionário demais. Jamais criaríamos um Salvador assim. Não teríamos tal ousadia.
Quando criamos um redentor, fazemos questão de deixá-lo protegido em um castelo bem distante. Permitimos apenas que ele passe muito rápido perto de nós. Permitimos que ele apareça e desapareça rapidamente em seu trenó sem termos a oportunidade de um encontro mais prolongado. Não lhe pediríamos que viesse morar no meio de um povo corrompido. Em nossos mais tresloucados sonhos jamais imaginaríamos criar um rei igual a qualquer um de nós.
Mas Deus criou. Deus fez o que nem sequer ousaríamos sonhar. Fez o que nem sequer poderíamos imaginar. Fez-se homem para que pudéssemos confiar nele. Sacrificou-se para que pudéssemos conhecê-lo. E venceu a morte para que pudéssemos segui-lo.
Isso desafia a lógica. Uma incredibilidade sacrossanta. Só um Deus infinitamente superior a regras e sistemas poderia idealizar um plano tão absurdo quanto esse. Contudo, é a própria impossibilidade de tudo isso que o torna possível. A insensatez da história é sua maior testemunha.
Porque só um Deus poderia idealizar essa insensatez. Só um Criador infinitamente superior aos limites da lógica poderia oferecer tamanho dom de amor.
O que o homem não pode fazer, Deus faz.
Portanto, quando se tratar de presentes e guloseimas, bochechas coradas e narizes vermelhos, vá ao Pólo Norte.
Porém, quando se tratar de eternidade, perdão, propósito de vida e verdade, vá à manjedoura. Ajoelhe-se ao lado dos pastores. Adore o Deus que ousou fazer o que homem nenhum ousou sonhar.

"A História de Natal é Para Você"

Devocional Diário 24/12/2018

de Max Lucado

Talvez a sua vida é parecida com o estábulo de Belém. Cru em alguns lugares, fedorento em outros. Nada de glamour. Você faz o que pode para suportar a situação, mas tente o que puder, o teto ainda vaza e o vento do inverno ainda penetra pelos buracos que você não consegue concertar. Você tremeu pela sua porção de noite frias. E você queria saber se Deus tem um lugar para alguém como você.
Encontre as suas respostas no estábulo de Belém. A história do Natal é a história do amor inexorável de Deus por nós. O momento em que Maria tocou o rosto de Deus é o momento em que Deus fez a sua prova: não há lugar onde Deus não irá. Nenhum lugar é comum demais. Nenhuma pessoa é dura demais. Nenhuma distância é longe demais. Não há pessoa que ele não possa alcançar. Não há limite para o amor dele!

Cada Coração Pode Ser Uma Manjedoura

Devocional Diário 25/12/2018

de Max Lucado

Quando Cristo nasceu, nasceu também a nossa esperança! É por isso que eu amo o Natal. O evento lhe chama a acreditar na mais fantástica das promessas! Ele superou toda barreira, cerca, pecado, hábito, dívida e túmulo. Qualquer coisa que pudesse nos afastar dele foi demolida.
Ele só espera a nossa palavra para entrar pela porta. Convide ele a entrar. Leve ele para o assento de honra e puxe a cadeira para ele. Limpe a mesa, esvazie o calendário. Chame as crianças e vizinhos. O Natal chegou. O Cristo chegou. Um pedido seu e Deus fará de novo o que ele fez naquela época. Ele dispersará pela noite luz eterna. Ele nascerá em você. Que “Noite Feliz” seja cantada! Cada coração pode ser uma manjedoura. Cada dia pode ser um Natal. O milagre do Natal – uma celebração o ano todo!

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Vida passageira

*30 de novembro*

*“Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos!” Salmos 90:10*

O tempo passa, os anos passam, nós passamos, o que fica é a nossa linha do tempo na história. Tudo nesta terra tem um início e fim, mas os decretos do Senhor duram para sempre. Não importa o quanto viveremos, é inevitável que, um dia, voaremos todos desta vida, com a morte. O salmo de hoje nos convida a vivermos uma vida de prudência e santidade, pois são curtos os dias do homem na terra. Diferentemente de Deus, nós somos compostos de matéria perecível. Nós duramos menos até que os rios e montes. O salmista nos lembra que o Senhor Deus em sua soberania, poder e glória sustenta a vida dos seus servos, e também é ele por meio da sua inerrante palavra que marca o nosso fim, o momento em que nós voltaremos ao pó de onde viemos. Que a cada dia que vivermos não possamos nos engrandecer e nos acharmos melhor que os outros, mas que lembremos nossa origem e nosso destino, para que saibamos o nosso tamanho e significância perante Deus. Somos todos pós, mas o grande amor misericordioso do Senhor é a causa da nossa salvação e ressurreição no último dia. Amém. *(Jônatas Tomaz – Café Diário ☕)*

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Desarmando a ansiedade

Seu alvo não é conhecer todo detalhe do futuro. Seu alvo é de segurar a mão dAquele que conhece e de nunca, jamais soltar aquela mão! Jesus nos diz de forma bem franca “Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir.” (Mateus 6:25 NVI).
Daí, ele nos dá dois comandos: observe e veja. “Observem as aves do céu” (Mateus 6:26). Quando fazemos isso, eles parecem felizes. Eles não parecem sem sono ou solitários. Eles cantam e voam! Em seguida ele diz “Vejam como crescem os lírios do campo.” (Mateus 6:28). E ele completa “nem Salomão” (o rei mais rico da história), “em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.” (Mateus 6:29).
Como é que desarmamos a ansiedade? Estocar as nossas mentes com pensamentos de Deus. Se pássaros e flores estão debaixo dos cuidados de Deus, será que ele não cuidará de nós também?
(Max Lucado)

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Fixe seus olhos no Senhor

Não adianta se obcecar sobre seus problemas. Quanto mais você fizer isso, maiores eles se tornam. Comece com Deus. Comemore a bondade dEle. “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!” (Filipenses 4:4 NVI).
Desvie sua atenção dos problemas e por alguns minutos celebre a Deus. Quanto mais você olhar para Deus, mais rapidamente seu problema é reduzido para seu justo tamanho. Escute a estratégia do Salmista.
“Levanto os meus olhos para os montes
e pergunto: De onde me vem o socorro?
O meu socorro vem do Senhor,
que fez os céus e a terra.” (Salmo 121:1-2)
Você vê a intencionalidade nestas palavras? “Levanto os meus olhos”. Você ganha nada fixando seus olhos no seu problema. Você ganha tudo fixando seus olhos no Senhor. Se você estiver afundando é porque você está olhando na direção errada!
(MAX LUCADO) 

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Um tempo reservado para Deus

Uma amiga descreveu para mim a viagem diária dela ao trabalho. “Noventa minutos”, eu senti por ela. “Não sinta por mim”, ela sorriu. “Eu uso a viagem para pensar em Deus”. Ela seguiu descrevendo como ela enche a hora escutando livros da Bíblia. Ela ora. Até que ela chega ao trabalho dela ela está pronta para o dia. Ele diz “Eu viro meu computador na minha capela.”
Será que tem um bloco de tempo que você pode reservar para Deus? Talvez desligando o jornal nacional e abrindo sua Bíblia. Coloque o despertador para quinze minutos mais cedo. Ao invés de assistir televisão enquanto cai no sono, escute uma versão em áudio da Bíblia ou um livro Cristão. Jesus diz “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:31-32 NVI).
Max Lucado

quinta-feira, 29 de março de 2018

Cicatrizes

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os  colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade…
A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou: além de mim, havia mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
Silêncio total em sala.
- Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente…
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- “Minha filhinha está lá dentro!” Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha…
Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito…
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto…
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.
Para nossa Quaresma:
Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.
Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se veem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.
Ha aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO adquiriu algumas cicatrizes nas mãos, pés, corpo e cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele nos protegeu e morreu em nosso lugar e ficou com todas aquelas cicatrizes.
Essas também são marcas DE AMOR.
(Desconheço o autor do texto)

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Guiados pela verdade

A Palavra do Senhor é a verdade que pode guiar você. Queres aprender ser guiado?? Então peça ao Senhor para ser guiado e ensinado, pois  Ele  é o  Deus da nossa  salvação  e em quem  temos que  esperar todo o dia. Creia!!! O Senhor guiará  você na verdade, basta você  querer.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Guardados em Deus

Em Deus somos guardados de todo mal.
Precisamos depositar toda nossa confiança  em Deus, pois Ele é  o nosso refúgio.
❤❤❤

domingo, 28 de janeiro de 2018

O Senhor é o meu rochedo!

Se estivermos firmes no Senhor, podemos
passar por fortes  ventos na nossa vida .
Ele é o nosso refúgio, nossa rocha!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Comunhão com o Senhor


Nossa comunhão diante de Deus deve estar sempre quente, ou fria para que tenha oportunidade de se aquecer. .. nunca uma comunhão morna...
Não queira ser vomitado pelo Senhor. .. Não experimente das águas termais de Laodiceia. .. seja firme na presença do senhor. Palavra ministrada pelo Presbítero  Sidney.  Apocalipse 3. 14-22  -(01/09/2016)

Conhecer ao Senhor? Então...Medita na Palavra de Deus


Zaqueu tinha uma necessidade,  conhecer ao Senhor. .. Isso deve ser a nossa necessidade todos os dias: Conhecer ao Senhor todos dias...lendo e observando a sua Palavra. ..meditar nela, dia e noite.  Assim como temos as nossas necessidades físicas,  biológicas,  fisiológicas. ..temos também a necessidade espiritual.  Para que essa necessidade seja saciada,  é necessário buscar ao Senhor, enquanto se pode achar. Lucas 19.1-10... Pastor Gregório ministrou essa palavra. ..
31/08/2016.